Monarquia

Pelo Ato Constitucional de 1867, o Canadá é uma monarquia constitucional, na qual o soberano reinante tem papeis legais e práticos, mas não políticos. A Coroa é tratada como uma corporação, com o monarca, investido com poderes de Estado, no centro de uma estrutura em que o poder é dividido por instituições de governo agindo sob a autoridade do soberano; a Coroa tem sido descrita como o princípio da unidade institucional do Canadá, .
O consentimento real e a assinatura real são necessários para aprovar leis, cartas-patentes e ordens em conselho, apesar da autoridade para estes atos emanar do povo canadense e, dentro das convenções de uma monarquia constitucional, a participação direta do soberano em qualquer destas áreas de governo ser limitada. Como monarca — almente Isabel II do Reino Unido — de 15 outras nações da Commonwealth, ela aponta sua representante, Governador-geral do Canadá; desde 1947, o Governador-geral tem permissão para exercer muitas das prerrogativas reais, permanecendo alguns poderes exclusivos da Rainha. Tanto o monarca quanto o governador-geral seguem as orientações de seus ministros no gabinete, que governam "sob a confiança" do monarca. Porém, deve-se notar que a Prerrogativa real pertence somente à Coroa e não aos ministros, e tanto o monarca ou governador-geral podem fazer uso destes poderes em situações de excepcional crise constitucional
A monarquia canadense é uma monarquia federal, na qual a Coroa é unitária através de todas as jurisdições do pais, com o Chefe de Estado sendo parte de todas A Coroa é representada em onze jurisdições legais — uma federal e dez provinciais — Um Tenente Governador serve como representante da Rainha em cada província, executando todos os deveres cerimoniais e constitucionais de Estado em seu nome.